Recado do Thiago Esser:

Eu estarei mentindo (risos) hoje na TVE, às 21h, no programa Estação Cultura (reprise). É uma materia que fizeram sobre e minha exposição de pinturas.

Então: pra quem ainda não visitou porque não sabe do que estou falando (convite em anexo pra esses), ou porque tem muita preguiça de ir até a Câmara, aboletem-se na frente TV nesse horário e aguardem.

Percam a novela! Diversão garantida!

abraços,
Thiago

Ps.: tem pela internet no site da TVE > http://www.tve.com.br/
HETEROGENEIDADES

A exposição HETEROGENEIDADES tem algo de peculiar, reúne o trabalho de um grupo de alunos em que cada um seguia por um caminho diferente, com inúmeras possibilidades em aberto.


A dificuldade parecia ser como escolher o melhor rumo? Como fazer a escolha e perceber o que realizam enquanto pintam?

Quando conheci esta turma, me surpreendi com as incertezas de cada um diante de trabalhos com muita potencialidade mas que pareciam perder força pela vaga direção.
Considerando o valor da disciplina e a importância de se fazer escolhas, passamos a concretizar, durante este semestre algumas das proposições que estavam ainda no plano das idéias. Cada um buscou nos seus procedimentos e nos seus materiais algo que estaria por trás do embate com a técnica e de toda a intencionalidade, que vem a ser a própria obra.

O resultado é a produção poética de um grupo heterogêneo mostrando que todo o processo de crescimento envolve enfrentar situações de desconforto, que uma boa pintura exige algo que está além do domínio técnico, simplesmente, e que são as inúmeras tentativas que darão personalidade ao fazer.


* Jander Luiz Rama
* Maria de Fatima Frota Lopes
* Sarah Szekir
* Manuela Raup de Oliveira
* Maria Isabel Schwab
* Virginia R. de Souza
* Marcieli Pahins Compagnon
* Maria Stela Osório Dornelles
* Rodrigo Montero
* Nanci Mari Lagaggio Verfe

Curadoria: Juliana Bassani.

Instituto de Artes - UFRGS
Sala 73A - Dia 24/06/2008
Das 17:00 às 20:00
Inauguração da "Micro Sala": uma conquista de todos!!!

E aí, pessoal, tudo bem?
Bueno, este mail é um desses que a gente escreve com gosto, é um e-mail para convidá-los para festejar uma conquista de toda a comunidade do IA: inauguraremos hoje, sexta feira 20 de junho, às 17 h, lá no espaço do CATC, a "Micro Sala".
E a "Micro Sala" nada mais é do que um espaço de acesso à Internet e a equipamentos digitais, onde colocamos à disposição dos estudantes, professores e funcionários do IA cinco computadores de última geração, todos conectados a rede, com seus respectivos gravador de CD e tudo mais que é possível e necessário, incluindo um scaneer e uma impressora.
A slaa, que é pequena como seu nome o indica, é "micro" mas já possui equipamento de ar condicionado.
Como conseguimos tudo isso?
Em primeiro lugar, credenciando nosso CATC como um organismo sério, de pessoas responsávei e que estão preocupados em oferecer melhores condições de estudo e trabalho para todo o IA;
Em segundo lugar, demonstrando nossa capacidade de movilização, estando sempre dispostos a cobrar de quem tem que ser cobrado( que é o nosso magnífico reitor) as melhorias por todos almejadas;
Em terceiro lugar, pela atitude parceira e sempre disposta a nos apoiar de nosso Diretor do IA, Alfredo; há que se resaltar muito isto por que não é comum um Diretor ter as portas abertas para os estudantes,e muito menos apoiar nosso trabalho como ele o faz. Os computadores chegaram à Direção e foi ele com sua equipe quem decidiu realizar essa cedência de equipamentos;
Em quarto lugar, pelo permanente apoio dos Departamentos do IA e dos técnicos e funcionários; foi assim que o DEMUS nos doou o ar condicionado, que a Secretaria semrpe está disposta a nos apoiar, que os técnicos sempre estão colocando em suas prioridades nossas reivindicações;
Em quinto lugar, pelo apoio permanente do DCE nas nossas atividades, colocando no seio da UFRGS as nossas problemáticas e reivindicações.
E mais do que nada, pela obstinada participação de um grupo de pessoas, que desde 2005 até a data vem se renovando mas que em definitiva tem mantida a chama do CATC acessa, e é o "pessoal" do CATC. SAbemos que nem sempre conseguimos todo o que gostaríamos, sabemos que nem sempre é possível realizar tudo o que planejamos, mas fundamentalmente sabemos que é com a participação voluntária que se constrói esse tipo de vitórias como as que celebramos hoje.
Há mais para celebrar: os elevadores do IA, a reforma das salas no 6º andar, o restauro das esculturas na recepção do IA, o futuro restauro da obra do Locatelli e quem sabe a construção do novo prédio.
Mas essa celebração só será melhor se cada um de vocês se somar ao CATC, fazendo com que a maior conquista seja a da continuidade da participação dos estudantes.
A gente espera vocês hoje lá no 8 andar!
!!

CATC
Ramon Alejandro Velazco
COMO ATIÇAR A BRASA
Pichadores vandalizam escola para discutir conceito de arte

Matéria de Laura Capriglione, originalmente publicada na Folha de São Paulo, no dia 13 de junho de 2008

Colegas classificaram ação como terrorismo; coordenadora do curso de Artes Visuais chamou de "ato de vandalismo"

Aluno da Belas Artes convocou grupo para realizar prova de conclusão de curso

Cada um dos 37 alunos do último ano do curso de Artes Visuais do Centro Universitário de Belas Artes tinha de apresentar uma obra para garantir sua formatura. Três espaços foram reservados para a exposição dos trabalhos. Trinta e seis alunos preencheram esses espaços com sua produção. Um -Rafael Augustaitiz, 24-, não.

Pichador desde os 13 anos, Rafael resolveu apresentar um trabalho diferente. "Uma intervenção para discutir os limites da arte e o próprio conceito de arte", explicou.

Nos últimos dias, os locais de reunião de pichadores no centro da cidade tornaram-se focos de recrutamento de jovens para "a ação", como se chamou. Às 21h de anteontem, horário de intervalo das aulas, 40 deles, idades entre 15 e 25 anos, compareceram ao "ponto", na estação Vila Mariana do metrô (zona sul).

"Estamos todos muito ansiosos", disse um morador do Ipiranga, que assina suas pichações com o desenho de um monociclo. A maioria dos rapazes nunca pôs os pés em uma faculdade; sua estréia no ensino superior seria justamente em um trabalho de conclusão de curso.

Em cinco minutos andando a pé, o grupo alcançou a escola. Muitos vestiram máscaras improvisadas com camisetas ou daquelas usadas para pintura com compressor. Logo, as latas de spray foram sacadas de dentro dos moletons folgados.

Leia a íntegra da matéria e publique o seu comentário no Como atiçar a brasa

Opinião
Desde quando faxina é cultura?
Diretor critica projetos anunciados na semana passada pela Sedac

A secretária de Estado da Cultura - e, por tabela, a governadora também - precisam saber que "a intenção de usar a Cultura para promover a inclusão social" é picaretagem, demagogia ou, para ser um pouquinho mais erudito, uma falácia. Se elas pensam que comovem a sociedade - olha como elas são boazinhas, como estão preocupadas com os pobrezinhos!... - devem logo logo tomar consciência de que a sociedade, pelo menos a parcela da sociedade minimamente culta, abomina essa maquiagem com a qual o Governo do Estado conspira contra uma verdadeira política cultural. É claro, cultura é um termo genérico demais, sob o qual cabe desde o Porto Alegre em Cena ou o Museu Iberê Camargo, até "as ações sociais junto às áreas de educação, segurança e saúde". E isto é cultura? - pergunto eu. Porque os governos têm sido incompetentes e a sociedade refratária à miséria que vai tomando conta das sinaleiras de Porto Alegre, agora a secretária da Cultura tem que brincar de fada madrinha e promover a troca de "armas de brinquedo" por livros? Que livros, minha senhora? E as armas verdadeiras, o que fazemos com elas? Continuarão sendo usadas em assaltos? Inclusive a livrarias? E o que dizer sobre o projeto Hip-hop e Funk? Uma mostra competitiva de grupos com Oficinas de rap e grafite. Gente, nem no pior dos governos populistas se promoveu esse tipo de coisa.

Tem ainda a limpeza dos monumentos históricos e prédios tombados. Um dia no semestre. Em agosto. E desde quando faxina é cultura? E os projetos para a dança, para as artes plásticas, para o teatro, para a música, para a memória cultural, para o cinema, para a literatura? - ah, não, a literatura está contemplada no projeto das tais bancas montáveis em praças de cidades para incentivar a leitura. E sob essa intenção caridosa esconde-se toda a promiscuidade de uma política que não passa de esmola, se é que chega a tanto.

Quando o governador Rigotto tomou posse, publiquei na revista Aplauso uma carta em que dizia: "Se a um governo responsável cumpre, por um lado, reconhecer, incentivar e cultivar as manifestações culturais do povo, por outro, deve necessariamente valorizar seus artistas e intelectuais, porque é através de suas obras que a cultura faz algum sentido para a sociedade. O desenrolar da história serve sempre de modelo. Assim, não será demais recordar o papel da democracia na consolidação da tragédia grega, o da igreja na renovação da cena medieval, o do mecenato na transformação da arquitetura teatral renascentista, para ficarmos com alguns exemplos tirados ao acaso da história do teatro. Eurípedes, Shakespeare, Molière, Ibsen, Beckett e O´Neill, para citar apenas alguns dos grandes, resultaram de políticas culturais definidas, não necessariamente ideais, mas de qualquer modo definidas, que reconheciam no artista um elo de ligação fundamental entre governo e povo, entre sociedade e cultura".

Senhora, secretária: falácia, segundo o Aurélio, quer dizer "qualidade ou caráter de falaz". Falaz, por sua vez, quer dizer, "1. enganador, ardiloso, fraudulento; 2. vão, quimérico, ilusório, enganoso. No texto do verbete, o exemplo usado é de Euclides da Cunha, e diz: "Será o eterno tatear entre miragens de um processo falaz e duvidoso". Exatamente como é hoje o projeto de política cultural do Estado.



*Ator, diretor, professor, poeta e coordenador de Artes Cênicas da Secretaria Municipal de Cultura de POA

LUIZ PAULO VASCONCELLOS

NOVO PRÉDIO DO IA

Salve colegas!!!
Nos espaços virtuais os debates sobre o futuro do IA começam a pipocar, agora o que precisamos é que nos outros espaços (plenárias, assembléias, reuniões) todo mundo se integre para poder fazer força!!!!

O tema do prédio do IA tem sido uma constante para o CATC, e o colocamos na mesa de debates desde 2005, quando assumimos o mesmo. Na época, o principal problema apontado por professores, pelo DAV e pela Direção sempre foi o mesmo: a falta de um espaço adequado para a ampliação do curso, e para a adequação a todas as necessidades.

Nesse mesmo ano, em dezembro o Reitor inaugurou um "pórtico" no Biociências. Após seu discurso, alguns professores tentaram falar com ele, e se evadiu dos mesmos. Não aceitamos isso e o rodeamos com um grupo de estudantes, ao ponto de que a segurança se propôs a nos retirar. O inquirimos (em bando) sobre o IA, sobre nossas necessidades, sobre nossa falta de espaço e nossa firme vontade de ir para esse prédio, ao que respondeu que faltava uma afirmação da comunidade do IA de que queríamos esse prédio, e como o ocuparíamos. Enviamos correspondência, e nunca recebemos resposta.

Foi dito para nós pelo reitor e para o IA que deveriam fazer um projeto de ocupação do prédio, que foi realizado durante as férias de 2006 por um grupo de professores, e enviado em tempo. O IA nunca recebeu uma resposta.

Iniciamos em março de 2006 fazendo uma atividade juntando as três artes no Biociências, música, teatro e exposições, e sentimos quanto poderíamos fazer naquele espaço, tão amplo e tão nossa cara...

Participamos do Congresso de Estudantes da UFGRS, em julho de 2006, e foi incluído no documento final do Congresso, encaminhado ao CONSUN e ao Reitor, nosso pedido de transferência para o biociências. Não recebemos resposta, mas no Jornal da UFRGS de agosto desse ano, foi afirmado que esse prédio seria a futura sede do IA.

Em setembro de 2006 ocupamos uma reunião do CONSUN, junto com os colegas do DCE, com uma pauta na qual estava incluída nossa proposta de ir para o Biociências; nessa reunião, frente todo o CONSUN e os mais de 300 estudantes que ocupávamos o espaço, o Reitor afirmou que "já estava realizando os encaminhamentos para essa transferência". Mas o IA, oficialmente, não recebeu nenhum documento sobre esses encaminhamentos...

Lançamos em agosto de 2006 o projeto "IA na Rua", para sensibilizar o resto da comunidade acadêmica sobre nossa situação. Fizemos uma aula de anatomia ao ar livre no campus central da UFRGS, distribuímos panfletos e adesivos, já juntando os 100 anos do IA a necessidade de um novo prédio. Organizamos a exposição "Assim não dá".

Em 2007, participamos de várias mobilizações convocadas pelo DCE e sempre colocamos na pauta nossa proposta: novo prédio para o IA. Fomos capa de jornal com nossas faixas, reivindicando o novo prédio.

Organizamos junto com a Direção do IA o lançamento da campanha dos 100 Anos do IA, no dia 23 de abril, onde colocamos para a imprensa e frente ao IA, nossa principal reivindicação: novo prédio para o IA. O reitor nada afirmou publicamente, apesar de ter acenado com "melhorias para as condições de estudo" nesse dia.

No lançamento da Comissão de Honra dos 100 anos do IA, o assunto foi tocado de leve, mas foi o Prefeito Fogaça que levantou a questão: perguntou ao Diretor se o elevador continuava o mesmo, aquele para o qual o Kledir Ramil tinha dedicado em 1975 a música "Elevador"... e continua o mesmo elevador!!!!

No dia cinco de julho convocamos junto com o DCE e o Conselho das Entidades de Base (a maioria dos centros acadêmicos da UFRGS) a um ato frente a reitoria para receber respostas concretas, junto a outros cursos que também esperam respostas concretas. E a decisão da maioria foi a de ocupar a reitoria para que o Reitor desse essas respostas.

E a pressão funcionou:

- na terça-feira mesmo, o chefe de gabinete do Reitor afirmou, na primeira reunião de negociações, que o projeto para a transferência do IA já estava pronto, estavam captando recursos, e custaria dez milhões de reais(!?!);

- na quarta-feira, na Zero Hora, o Reitor afirmou que "...vários pedidos dos estudantes já estão a caminho de serem atendidos, como a transferência do Instituto de Artes para um novo prédio..." Num box no qual o jornal colocou que nossa reivindicação era "...Os alunos querem a transferência do Instituto de Artes para um novo prédio porque o atual está deteriorado...", e o jornal afirmou que a resposta da reitoria era: "...O reitor diz que o Instituto de Artes será transferido para o antigo prédio da Medicina, assim que os alunos da Escola de Saúde saiam dali para o campus do Vale..."

- e na reunião final de negociações, o Reitor entregou um documento que, textualmente dizia:

"...Em resposta ao manifesto dos estudantes da UFGRS recebido nesta data, a Administração Central da Universidade expressa o seguinte posicionamento sobre os pontos reivindicados, estabelecidos após reunião com comissão de representantes discentes:

- efetivação de medidas com vistas a transferência gradativa do Instituto de Ciências Básicas da Saúde para o Campus Saúde, o que possibilitará a transferência, também gradativa, do Instituto de Artes para seu novo prédio (Antigo Prédio da Faculdade de Medicina) Concomitantemente, está programada a realização de obras emergenciais no prédio do Instituto de Artes, tais como reforma do Elevador e do Teatro Tasso Corrêa, bem como a recuperação do prédio do Departamento de Artes Dramáticas-...;

Porto Alegre, 06 de junho de 2007

JOSÉ CARLOS FERRAZ HENEMANN

Essa foi a primeira vez que Reitor afirmou na Imprensa e num documento escrito e assinado por ele mesmo, que o Biociências será a futura sede do IA. Pode parecer pouco, mas não é: é a primeira resposta formal, assinada pelo Reitor. E cremos que não seria tão temerário de assinar uma coisa que não pretende cumprir....Além disso afirma também por escrito que, até que enfim, a lenda do elevador do IA terá um fim: o mesmo será reformado, bem como o Auditório e o prédio do DAD.

Não contentes com isso, e tomamos como exemplo os colegas da ESEF, que após ter recebido a promessa da construção do seu RU, ficaram um ano em campanha constante: o que eles conseguiram foi com negociações,cartazes, camisetas, faixas, adesivos. Foram incansáveis, e se somaram a grande maioria dos estudantes. Fizemos a mesma coisa, e continuamos batendo dia após dia sobre a mesma tecla.

Tanto o fizemos, que em dezembro de 2007 a RBS filmou sobre as condições do IA, numa matéria que foi assessorada pelo CATC, e a apresentou no JÁ, o que ocasionou várias "acelerações" de processos, dos quais estamos ainda vendo resultados(salas interditadas, reformas, etc) e a lenda do elevador, do qual recebemos a informação de que até agosto deste ano será instalado.

No mesmo mês, novamente no Jornal da UFRGS, saiu uma matéria sobre o restauro do prédio, e volta a se afirmar ali que esse prédio abrigará o IA

Paralelamente, foi levantada uma proposta: já que a transferência para o Biociências não seria viável (pois não haveria vontade política de realizar essa transferência), quem sabe a saída não seria montar um projeto para outro espaço, um novo prédio, desta vez no campus da ESEF. Consultamos a comunidade estudantil, e a resposta foi de que se essa era a única alternativa, então tudo bem, mas.... sempre seria melhor ficar no campus central!!!

O assunto voltou a ser retomado na discussão sobre o REUNI, projeto que ano passado o Governo Federal fez as universidades federais "engolir"; com um prazo exíguo de debates. No mesmo, o governo federal condicionou qualquer tipo de repasse de verbas as universidades à adesão a esse projeto. Esse projeto afirma que somente se repassarão verbas aos cursos que: a)ampliarem suas vagas para atingir uma média de um professor para cada 17 alunos; b)modificarem seu currículo; c)criarem cursos noturnos.

Como o nosso curso já atingiu esses números e já modificou seu currículo, a proposta aprovada na plenária(e depois discutida "calorosamente" no DAV) foi a de que nossa participação se daria através da criação de um curso noturno, que somente se iniciaria a partir da construção de um novo prédio, que seria na ESEF.

Mesmo assim, nós não deixamos de insistir no prédio do Biociências para o IA, mais do que nada porque é a única resposta assinada e escrita do reitor...

Agora, quando se aproxima a data do Aniversário do IA, e na qual é o momento da reitoria anunciar alguma coisa, desceu uma "ordem" não escrita(para variar!) para que o IA se posicione se quer ou não o prédio no campus da ESEF. Foi chamada uma reunião do Conselho da Unidade para discutir esse "projeto".

No debate, nossos representantes, Sarah e Cajú, colocaram que o tema estava sem embasamento, que não poderíamos definir nada sem um projeto real, que determinasse que tipo de prédio, tamanho, etc, bem como quanto custaria, de onde sairia a verba, em que prazo se construiria o mesmo. Fomos apoiados pelo Departamento de Música e pelo Departamento de Arte Cênica, já que o DAV já queria votar na hora, apoiando a proposta. Como para nada disso havia resposta, a Direção do IA ficou de entregar uma proposta por escrito para todos os participantes do Conselho, e a partir disso se realizariam assembléias específicas sobre o assunto.

Nossos representantes no Conselho da Unidade deixaram claramente estabelecido que este era um tema muito sério, e que qualquer afirmação não poderia ser apenas "um confete" para os discursos dos 100 anos do IA... Pensamos que para a Reitoria é muito cômodo que a gente abra mão do ICBS e aposte num projeto completamente aéreo, para quem sabe, descerrar no dia 22 de abril uma "pedra inaugural" de um projeto que levará décadas em se concretizar... Se o elevador, que custa uns R$ 200.000,00, já é uma lenda com mais de 40 anos, quantos anos terá que esperar um prédio de vários milhões de reais?...

Então, neste momento o que aguardamos é o retorno da Direção do IA para convocar uma assembléia geral e tomar um posicionamento oficial sobre o prédio.

Vamos nos manter em contato para que o "NOVO PRÉDIO DO IA" não seja mais uma promessa de ano eleitoral!!!!.

Alejandro
PREPARAÇÃO DO NÚCLEO DE ARTE EDUCAÇÃO PARA 2008...

Um pouco antes das férias acabarem...recomeçamos a organizar as idéias.
O NAE não deixou de elaborar projetos e se programar.
A quem interesse e deseje participar: para bixos e veteranos!

http://nucleo-arte-edu.blogspot.com/

Núcleo de Arte Educação/Estudo e Ação


Bambas da Orgia

Duração: 03:53
Autor: RBS TV RS
Publicado em: 28/01/08
Categoria: Jornal do Almoço

Confira os preparativos da escola de samba para o Carnaval 2008 (28/1)

SALVE PESSOAL!!!

Bueno, agora só faltam quinta, sexta e sábado, e na madrugada de domingo estaremos fazendo a façanha de colocar mais de cem representantes do IA na Avenida do Carnaval, para junto com o povo do Bambas, contar os nossos cem anos!!!!
Durante uma hora, o público da rede de tevé com maior cobertura no Estado, filial da maior do Brasil, contará a cantará a nossa história. Ouviremos os comentários, saberemos o que as pessoas sabem, e poderemos fazer uma grande ação de difusão e de ensino não formal sobre a importância de nosso IA. Se a gente quiser contratar uma hora de tevé, na RBS, mesmo de madrugada, o orçamento do IA de um ano(R$ 8.000,00x12) não seria suficiente...
Com esta nossa participação, iniciamos as celebrações dos cem anos, e mais uma vez, a responsabilidade maior cabe a nós, os estudantes, bem como ao reduzido grupo de professores que está presente nestas atividades...
Durante muitos dias fomos "peões" de barracão, participamos de inúmeras reuniões, contribuimos com milhares de idéias e propostas.O resultado já está presente no barracão: as nossas pinturas estão lá, presentes em todos os carros alegóricos.
Agora estamos fechando nossas alas, e precisamos AJUDA URGENTE!!!! Ainda tem muita coisa para fazer: colar, cortar, pintar...está todo o material no IA, venham nos ajudar!!!!
Estaremos trabalhando no IA desde as 9 da manhã até as 20h, no 7º andar!!!
E amanhã às 20h realizaremos uma reunião obrigatória para todos, para passar as dicas do desfile, marcar nossas atividades e combinar horários, além de experimentar as fantasias.
Quem poder ir chegando antes(19h) venha e experimente sua fantasia, no CATC, com Letícia!!!
Pessoal: agora é a hora de mostrar a nossa capacidade de que o nosso "barracão", no 7º e 8º andar, é a casa de todos.
Ainda temos vagas numa ala, com fantasias ideais para tímidos (é bem coberta!!!)

Aguardamos vocês!!!
Um abraço
Alejandro

Tabela de Equivalências - mudança de currículo

Curso antigo

Liberadora

Curso novo

Liberadas

Fundamentos do Desenho

Fundamentos da Linguagem Visual I e II e Sistemas de Representação I

Introdução: Cerâmica

Oficina de Criação Tridimensional I

Introdução: Escultura

Oficina de Criação Tridimensional II

Introdução: Pintura

Atelier de Percepção e Criação I

Introdução: Gravura

Atelier de Percepção e Criação II

Introdução à Arte

Fundamentos da Arte

Fotografia I

Sistemas de Representação II

Criativo I

Atelier de Desenho I

Criativo II e III

Atelier de Desenho II

História da Arte no Brasil I

Seminário de Arte no Brasil

Introdução à Museologia

Museologia da Arte

Pintura Avançada I

Atelier de Pintura I

Pintura Avançada II

Atelier de Pintura II

Escultura I

Atelier de Escultura I

Escultura II

Atelier de Escultura II

Processo Cerâmico

Atelier de Cerâmica I

Criação Cerâmica

Atelier de Cerâmica II

Laboratório de Criação de Texto I ou II ou III

Laboratório de Texto

Infografia I ou II

Laboratório de Imagem Digital

Fotografia II e III

Laboratório de fotografia I

Metodologia da Pesquisa em Arte

Fundamentos da Pesquisa em Arte

Serigrafia I ou Xilogravura I ou Gravura em Metal I

Atelier de Gravura I

Serigrafia II ou Xilogravura II ou Gravura em Metal II

Atelier de Gravura II

Devido ao horário de algumas disciplinas limitar-se aos
períodos da manhã ou da tarde, muitos colegas acabam
atrasando o curso porque trabalham todos os dias e nem
sempre conseguem liberação da empresa para estudar.

Segue aqui uma lista parcial de alunos interessados
em turmas à noite

Xilogravura I
=============
1) Adreson
2) Airton Jordani
3) Carlos Augusto Maahs
4) Jéssica Couto
5) Liane Strapazzon
6) Marco Antonio Bandeira da Silva
7) Míria Santanna dos Santos


Teoria e Crítica
================
1) Adreson Vita Sá
2) Airton Jordani
3) Jéssica Couto
4) Gabriela (Gaby Benedict)


Enviar solicitação para:
Professora Maristela Salvatori


video arte experimental

... para nada, assim como este blog.
Será realizado, nos dias 19 e 26 de janeiro de 2008
o
Curso de Atualização DesignDesenho,
coordenado pelos designers Lígia Medeiros (form. Esdi
1982) e Luiz Vidal Gomes (form.UFPE 1980).


O curso, destinado a profissionais e estudantes de áreas relacionadas
à criatividade e projeto, pretende potencializar a capacidade criativa
e intelectual do participante para uma atuação projetual autônoma,
planejada e orientada.

As aulas serão ministradas em turmas pequenas, visando adequar o
conteúdo e o ritmo às necessidades dos alunos.
A taxa de inscrição é R$ 300,00.

A duração total das aulas teóricas e práticas será de 16 horas, e elas
ocorrerão das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
O workshop acontecerá na SCHDS Editora, que fica na Rua Silva Jardim,
próximo às ruas 24 de Outubro e Plínio Brasil Milano, (Auxiliadora),
Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

Mais informações pelos e-mail schdseditora@gmail.com




FOTOGRAFIA DIGITAL BÁSICA

Data: de 11 a 15 de DEZEMBRO de 2007 (TERÇA a SÁBADO)

Horários: o curso será oferecido em 2 horários, pela manhã e à noite, escolher uma das opções.
Manhã: TERÇA a SEXTA das 09 às 12:00h, SÁBADO das 14h às 18h
Noite: TERÇA a SEXTA das 18:30 às 21:30h, SÁBADO das 14h às 18h

Público alvo: pessoas com ou sem conhecimento em fotografia que queiram se iniciar na fotografia digital, explorando seus recursos para obter melhores resultados nas fotos de uso pessoal ou em seu cotidiano profissional.

Súmula: Curso básico de fotografia digital voltado para público em geral enfocando conceitos básicos de fotografia como luz e sombra, sensibilidade, abertura e velocidade, focalização, distância focal, controles da câmera, uso do flash, acessórios. Formatos de arquivo, tamanho de imagem, o que é megapixel, resolução, formatos e usos. Impressão doméstica e impressão em laboratório, internet. Organização arquivos e preservação.

Pré-requisitos: é desejável que os participantes tenham câmera digital para melhor aproveitamento, embora possam deixar para comprar após adquirir alguns conhecimentos. É desejável conhecimento básico de informática.

  • Carga horária: 15 horas
  • Investimento: R$100,00
  • Ministrante: Sérgio Sakakibara (japa) Contato: jap@foto.art.br
  • Informações: www.foto.art.br/digital
  • Informações e Inscrições: Balcão de Informações CCMQ 3221-7147 das 9 às 15h
  • R. dos Andradas 736 - 3221-7147

elucubraçÞoes


FOWD November 2007


From: elliotjaystocks, 2 weeks ago





'Destroy The Web 2.0 Look': a presentation by Elliot Jay Stocks at Future of Web Design, November 2007


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CONVITE PARA PARTICIPAR DE PORTAL DE ARTISTAS GAÚCHOS
A msmidia.com está lançando o portal Artistas Gaúchos (www.artistasgauchos.com.br) com o objetivo de ser guia de contatos, agência de notícia, portal de sites e, logo mais, loja virtual em que os artistas poderão vender diretamente aos usuários.
Futuramente os espaços no guia serão comercializados, mas neste momento estamos oferecendo gratuitamente a participação no guia, pois temos certeza que ajudará a divulgar um projeto ousado como esse. Tal gratuitade é garantida pela msmidia.com por pelo menos um ano, quando o projeto será reavaliado.
Dados para participação
Responda este email com os dados que queres que apareça na sua página
Nome Artístico: xxxx
Texto (umas 10, 15 linhas): xxxx
Endereço (se desejar que apareça): xxxx
Telefone: xxxx
Email: xxxx
Site: xxxx
Você também deve enviar 3 fotografias para sua página no guia e, se desejar, uma notícia para darmos largada à agência de notícias.
Um abraço,

Marcelo Spalding, editor
Bienal B – uma experiência coletiva



Artes visuais Iniciativa de artistas da capital mostra que cooperação
é o caminho para divulgar produção

por Leandro Selister
Articulador de espaços da Bienal B

Artista plástico e editor do site Artewebbrasil


27 de agosto de 2007, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, bairro Moinhos de Vento, Moinhos Shopping, praça de alimentação, discursos, mais de 450 pessoas, luzes, desfile de obras de arte: Os estranhos vestíveis, muitos aplausos. Iniciava-se assim oficialmente a Bienal B.


Na noite de abertura, entre agradecimentos e uma imensa alegria de estar participando ativamente desse momento, citei o professor e geógrafo Milton Santos (1926-2001) que, ao responder uma pergunta sobre como viver num mundo apressado como o nosso e criticá-lo ao mesmo tempo, disse: “O que se pode fazer é viver apressado, para garantir a subsistência, mas sem perder de vista a construção de um sonho. É o sonho que obriga o homem a pensar.”

[ leia mais ]


Sonhar, pensar e construir: três palavras que representam muito para a Bienal B, um evento que se propôs a realizar cerca de 70 exposições, contemplando mais de 300 artistas em 40 espaços da cidade, revelando até mesmo alguns deles pela primeira vez, em um curto período de tempo – apenas três meses.



O começo – No início deste ano, o site da Bienal B entrou no ar, convocando todos os artistas interessados em expor seus trabalhos durante os meses de setembro, outubro e novembro. A inscrição era simples e rápida, bastando para isso, enviar por e-mail o currículo e fotos de três trabalhos. Em troca, o artista seria incluído no site e informado através dele de todas as novidades, prazos, montagens, eventos etc. A única certeza era que não existiam verbas, mas existia aquele velho sonho de construir algo novo e esse era o maior valor que possuíamos.



Em pouco tempo, a quantidade de inscrições e adesões cresceu, parceiros surgiram, a mídia foi descobrindo e revelando que alguma coisa muito diferente estava por acontecer em Porto Alegre. Diferente porque dependia de todos. Diferente porque ao mesmo tempo em que muitos não se conheciam, as redes começavam a se formar, e, no final do período de inscrições, o número de interessados ultrapassava a marca de 300 artistas.



Encerradas as inscrições, teve início a segunda etapa do processo – a seleção dos artistas. Gaby Benedict, artista plástica e articuladora geral da Bienal B, convidou para essa tarefa: André Venzon, artista plástico e presidente da Associação Francisco Lisboa, Isabel de Castro, artista plástica e professora do Instituto de Artes da UFRGS e ESPM e Leandro Selister, artista plástico e editor do site Artewebbrasil. A intenção de Gaby era discutir quais seriam os artistas selecionados. Naquele momento, o consenso foi de que nenhum dos inscritos no site seria excluído da mostra, pois na avaliação geral, o que realmente importava era o fato de que todos pudessem participar e viver esse momento. Os riscos e críticas dessa decisão eram inevitáveis, mas pretendíamos era proporcionar aos artistas o exercício real de um grande trabalho em grupo, de uma colaboração entre todos, Exercer enfim, aquela velha história: “se cada um fizer a sua parte tudo vai funcionar”. Hoje, com dois meses de exposições, podemos perceber que a decisão para aquele momento, foi a mais certa, e, que estamos construindo todos os dias a Bienal B.



Ação educativa
– A Bienal B também teve a preocupação de discutir temas ligados à arte através de projetos como Papo Arte, no bar Joy Division, no qual encontros semanais coordenados por Lisiane Rabello discutiram a experiência cotidiana que todos temos com a arte, aproveitando a opinião de convidados e artistas; e o Língua de Artista, projeto de encontros quinzenais informal e dinâmico realizado na praça de alimentação do Moinhos Shopping com a coordenação de Isabel de Castro. O público tem comparecido e participado desses encontros, provando mais uma vez que para pensar e discutir o importante é a vontade efetiva de fazer isso.



Arte engajada – Uma estrutura de ferro, uma espécie de jaula, situada no primeiro andar do Moinhos Shopping chamou a atenção e mudou a rotina dos freqüentadores do centro de compras. Tratava-se da obra Lar doce lar, de Cláu e Beto, os CowBees. Ao abdicarem da privacidade de suas vidas, o casal se propôs a ficar literalmente trancado na jaula pelo período de 12 horas diárias durante 32 dias. Através de um computador os artistas relatavam diariamente a experiência em um blog na internet (http://www.cowbees.com/) permitindo ao público acompanhar o que eles estavam vivendo e sentindo com a experiência. Dois fones de ouvido e dois aparelhos de CD portáteis permitiram às pessoas que visitavam o shopping escutar a música Lar doce lar, que dá nome ao trabalho. Através de uma letra irônica e bem humorada e de uma apresentação final com muita emoção, os CowBees trataram de um assunto pertinente e urgente: a violência urbana. Criaram uma obra de arte que não passou despercebida e que sensibilizou o público. Uma obra que nos colocou frente a frente com imposições que sofremos de uma sociedade injusta e desigual e que, muitas vezes, não percebemos. Uma obra que convida à reflexão e à atitude. Como diz a letra: “... Que felizes vamos ser, na nossa doce prisão, não sairemos nunca mais, do planeta solidão”.



Os parceiros – Não poderia deixar de comentar sobre as parcerias que foram sendo construídas, e que certamente continuarão a existir e a se fortalecer para a próxima edição da Bienal B em 2009. Começando pelos 40 espaços expositivos que receberam as exposições num gesto que demonstra o entendimento e o apoio a nossa proposta. Ao Shopping Moinhos carinhosamente conhecido como o nosso âncora expositivo. Aos patrocinadores individuais de cada artista incentivando-os a mostrarem seus trabalhos. Ao apoio da Fundação Bienal do Mercosul, que possibilitou a impressão de 40 mil mapas da Bienal B, onde constam todos os endereços, apoiadores e artistas e a incrível campanha publicitária concebida pela Paim Comunicação com a chamada que traduz tudo aquilo que acreditamos: Bienal B – Outras Perspectivas. Sem a colaboração e o envolvimento desses parceiros, não teríamos conseguido realizar nada disso.



Para terminar ou querendo começar tudo de novo... É difícil avaliar um evento como a Bienal B, ainda tão novo, mas nem por isso, menos contundente e forte. Estou dentro dele desde o início. Acredito muito nele e sonhei que seria possível algo assim acontecer em Porto Alegre. Quando a última exposição encerrar vamos novamente nos preparar para sonhar, pensar e construir a próxima Bienal B, mas com uma diferença fundamental: estaremos mais maduros e experientes. Para terminar essa breve história, deixo aqui um dos anagramas criados para a campanha publicitária da Bienal B e que certamente será o sentimento de todos aqueles que estiveram envolvidos na construção desse projeto: te dar adeus – ter saudade.