1º Concurso de Pintura Mostra PUC-Rio
EDITAL
1.Introdução
A PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO (PUC-Rio), através da Comissão Organizadora da XII Mostra PUC-Rio, torna público aos interessados o presente Edital que estabelece normas relativas à realização do 1º CONCURSO NACIONAL DE PINTURA MOSTRA PUC-Rio.
2. Anexos
ANEXO I – Ficha de inscrição e Modelo de declaração de compromisso de cessão de direitos.
3. Objetivos
Dar oportunidade para jovens pintores apresentarem seu talento respondendo aos desafios que a Mostra propõe.
4. Participantes
Jovens de 17 a 30 anos
5. Tema e Técnicas
5.1 Tema
Rio de janeiro, paisagem e arquitetura sob o olhar do Redentor.
5.2 Tamanho
Os trabalhos deveram ser realizados no tamanho 40 cm x 60 cm, na horizontal ou na vertical. Em suportes variados, nas técnicas: acrílica, vinílica, óleo, aquarela, guache, têmperas, mista ou mosaico.
5.3 Forma de Apresentação
No caso de moldura, os trabalhos deveram estar emoldurados com molduras simples de madeira aparente sem passe partour. O stand da mostra, realizado de forma artesanal, já funcionará como continuidade do trabalho.
6. Inscrição
- Data: 04/08 à 08/08
- Horário: 10 as 18:00
- Local: Será instalado um estande dentro da PUC-Rio (Rua Marquês de São Vicente – 225, Gávea – Rio de Janeiro), ao lado do Edifício Kennedy em frente à cátedra da Unesco, aonde deverão ser entregues os trabalhos.
7. Apreciação e julgamento dos trabalhos.
Direção Geral Prof. Luis César Monerat Tardin
Curadoria: Prof. Antonio José da Silveira
Mesa será composta por 2 professores universitários pintores, 1 crítico de arte e um diretor de instituição cultural ligado as artes visuais.
7.1 Critérios de Avaliação
A Comissão Julgadora do Concurso levará em consideração os seguintes critérios de avaliação: conceito/criação, qualidade estética, originalidade/inovação e respeito aos padrões estabelecidos pelo Regulamento.
À Comissão Julgadora do Concurso caberá avaliar e classificar os trabalhos inscritos, proclamar o vencedor, impugnar propostas que não se enquadrem no Regulamento do Concurso e resolver casos omissos, sendo suas decisões soberanas e sempre motivadas.
7.2 Desclassificações
Os trabalhos que não estiverem em consonância com o presente Regulamento serão automaticamente desclassificados.
7.3 Peças Finalistas
14 de agosto no site do concurso www.puc-rio.br/mostrapuc serão divulgadas as peças finalistas.
7.4 Quantidade Peças
Estarão presentes na exposição que ocorrerá durante a XII Mostra PUC-Rio as 30 melhores peças, das quais serão premiadas as 3 vencedoras.
7.5 Exposição das Peças
Do dia 19 a 22 de agosto no salão da pastoral (embaixo da Capela da PUC-Rio)
8. Devolução das Obras excluídas
14 a 22 de agosto.
9. Divulgação da Premiação e Entrega de Prêmios
19 de agosto em café da manhã na abertura da XII MOSTRA PUC-Rio
Devolução das Peças finalistas e vencedoras:
De 25 a 29 de agosto.
Local: CCESP (Coordenação Central de Estágios e Serviços Profissionais)
Premiação:
1º Lugar – R$2000,00
2º Lugar – R$1000,00
3º Lugar – R$500,00
10. Disposições gerais
10.1. A inobservância de qualquer instrução do presente Edital, por parte de qualquer participante, implicará na sua imediata desclassificação.
10.2. Os casos omissos deste Edital serão resolvidos pela Comissão Organizadora da Mostra PUC-Rio e Curadoria.
10.3. Os interessados que tiverem dúvidas de caráter técnico, quanto à interpretação do Anexo I, poderão solicitar os esclarecimentos pelo e-mail rmeggetto@ccesp.puc-rio.br, os quais serão respondidos no endereço do e-mail indicado na solicitação.
10.4. A Comissão Organizadora da Mostra PUC-Rio e Curadoria não se responsabilizará por quaisquer problemas advindos da falha na disponibilização do conteúdo deste Edital via Internet, bem como por quaisquer atrasos na postagem ou entrega dos pedidos de inscrição.
10.5. A participação no concurso importa total concordância com os termos do seu Regulamento, tanto da parte dos competidores como da Comissão Julgadora.
10.6. Os trabalhos não retirados dentro da data prevista serão incorporados ao patrimônio da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
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SEMANA FARROUPILHA 2008 - NOTA OFICIAL
11/7/2008 NOTA OFICIAL
O Conselho Estadual de Cultura RS, órgão de Estado, zelando por manter sua condição constitucional de soberania, autonomia e desvinculação de qualquer órgão de Governo, vem tornar públicos os fatos abaixo:
1) Em 09 de julho de 2008, pela manhã, compareceram à Secretaria de Estado da Cultura do RS cinco dos oito Conselheiros indicados ao cargo pelo Governo do Estado. Dos oito, sete haviam sido convocados ou convidados, por telefone no dia anterior, por uma funcionária subalterna da SEDAC, inclusive a Presidente deste Conselho que, julgando inoportuna tal convocação, dela prontamente declinou. Tampouco a pauta da reunião foi informada aos "convocados".
2) Os cinco Conselheiros foram recebidos pela titular da SEDAC, Sra. Mônica Leal, que foi breve e sucinta quanto aos objetivos daquele encontro: estava neste Conselho para análise de mérito o projeto da Semana Farroupilha de Porto Alegre, do qual o Governo do Estado teria interesse na aprovação.
3) Os cinco Conselheiros participaram muito constrangidos daquela inequívoca tentativa de pressão pela aprovação do projeto, mas evitaram fazer qualquer comentário ou assumir qualquer compromisso naquele momento.
4) Na sessão deste Conselho na tarde do mesmo dia, a experiência foi então relatada ao Pleno que, de imediato, considerou de extrema gravidade essa nova tentativa de ingerência da SEDAC em assuntos internos e de exclusiva competência deste CEC/RS. E, mais grave ainda, a artimanha adotada, contrária a todos os padrões de boa conduta e moralidade administrativa.
5) A estranheza do Pleno foi ainda maior em vista de uma recente decisão do Tribunal de Justiça do Estado, que considerou ilegal o ato de exoneração de um membro deste Conselho indicado pelo Governo em caso muito semelhante a esse; nele, o referido Conselheiro teria votado contra os tais "interesses do Governo".
6) Por mais de duas horas o assunto foi então debatido em plenário, na busca de um desagravo à altura da agressão do qual este Conselho estava sendo vítima. A decisão foi finalmente tomada: o Pleno, através da Resolução 006/2008 CEC/RS, (confira a Resolução ) declarou os Conselheiros que participaram da aludida reunião na SEDAC impedidos de discutir ou votar o projeto da Semana Farroupilha de Porto Alegre, como forma de reagir a mais essa atitude intimidadora da Sra. Secretária de Estado da Cultura, Mônica Leal.
7) Tal decisão, é importante frisar, em nenhum momento visa a colocar sob suspeição a integridade moral dos cinco Conselheiros envolvidos, que de resto jamais cederiam a qualquer mecanismo de pressão externa numa tomada de decisão. Mas que ela reflita, uma vez mais, a disposição deste Conselho na luta perene por sua autonomia.
Porto Alegre, 10 de julho de 2008.
Mariangela Grando
Conselheira Presidente do CEC/RS
RESOLUÇÃO Nº 006/2008
O CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA, ao tomar conhecimento de fatos atentatórios à sua soberania sofrido pelos Senhores Conselheiros abaixo relacionados, RESOLVE, à unanimidade, nos termos dos artigos 18, XIII, 33, IX e 35 de seu Regimento Interno:
1º − Declarar impedidos de participar das discussões e votar o Parecer referentes ao expediente administrativo n.º 308/1100-08.0, projeto "Semana Farroupilha 2008", os Senhores Conselheiros Ana Maria Goron Tasca, Elma Nunes Sant'Ana, Joaquim Pedro Ramos Pereira, Lourdes Giacomolli Osório e Ruben Francisco de Oliveira.
2º − No caso de o projeto em tela ser recomendado para concorrer à avaliação coletiva, os votos do Senhores Conselheiros impedidos serão tomados em separado, atribuindo-se automaticamente o índice médio 5 (cinco) aos respectivos sufrágios para o projeto em referência.
3º − Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação e assinatura.
SR, Sala de Sessões do Conselho Estadual de Cultura, em 09 de julho de 2008.
Mariangela Grando
Cons. Presidente do CEC/RS
fonte: Conselho Estadual de Cultura
ver também em http://associacaochicolisboa.blogspot.com/
Eu estarei mentindo (risos) hoje na TVE, às 21h, no programa Estação Cultura (reprise). É uma materia que fizeram sobre e minha exposição de pinturas.
Então: pra quem ainda não visitou porque não sabe do que estou falando (convite em anexo pra esses), ou porque tem muita preguiça de ir até a Câmara, aboletem-se na frente TV nesse horário e aguardem.
Percam a novela! Diversão garantida!
abraços,
Thiago
Ps.: tem pela internet no site da TVE > http://www.tve.com.br/
A exposição HETEROGENEIDADES tem algo de peculiar, reúne o trabalho de um grupo de alunos em que cada um seguia por um caminho diferente, com inúmeras possibilidades em aberto.
A dificuldade parecia ser como escolher o melhor rumo? Como fazer a escolha e perceber o que realizam enquanto pintam?
Quando conheci esta turma, me surpreendi com as incertezas de cada um diante de trabalhos com muita potencialidade mas que pareciam perder força pela vaga direção.
Considerando o valor da disciplina e a importância de se fazer escolhas, passamos a concretizar, durante este semestre algumas das proposições que estavam ainda no plano das idéias. Cada um buscou nos seus procedimentos e nos seus materiais algo que estaria por trás do embate com a técnica e de toda a intencionalidade, que vem a ser a própria obra.
O resultado é a produção poética de um grupo heterogêneo mostrando que todo o processo de crescimento envolve enfrentar situações de desconforto, que uma boa pintura exige algo que está além do domínio técnico, simplesmente, e que são as inúmeras tentativas que darão personalidade ao fazer.
* Jander Luiz Rama
* Maria de Fatima Frota Lopes
* Sarah Szekir
* Manuela Raup de Oliveira
* Maria Isabel Schwab
* Virginia R. de Souza
* Marcieli Pahins Compagnon
* Maria Stela Osório Dornelles
* Rodrigo Montero
* Nanci Mari Lagaggio Verfe
Curadoria: Juliana Bassani.
Instituto de Artes - UFRGS
Sala 73A - Dia 24/06/2008
Das 17:00 às 20:00
Bueno, este mail é um desses que a gente escreve com gosto, é um e-mail para convidá-los para festejar uma conquista de toda a comunidade do IA: inauguraremos hoje, sexta feira 20 de junho, às 17 h, lá no espaço do CATC, a "Micro Sala".
E a "Micro Sala" nada mais é do que um espaço de acesso à Internet e a equipamentos digitais, onde colocamos à disposição dos estudantes, professores e funcionários do IA cinco computadores de última geração, todos conectados a rede, com seus respectivos gravador de CD e tudo mais que é possível e necessário, incluindo um scaneer e uma impressora.
A slaa, que é pequena como seu nome o indica, é "micro" mas já possui equipamento de ar condicionado.
Como conseguimos tudo isso?
Em primeiro lugar, credenciando nosso CATC como um organismo sério, de pessoas responsávei e que estão preocupados em oferecer melhores condições de estudo e trabalho para todo o IA;
Em segundo lugar, demonstrando nossa capacidade de movilização, estando sempre dispostos a cobrar de quem tem que ser cobrado( que é o nosso magnífico reitor) as melhorias por todos almejadas;
Em terceiro lugar, pela atitude parceira e sempre disposta a nos apoiar de nosso Diretor do IA, Alfredo; há que se resaltar muito isto por que não é comum um Diretor ter as portas abertas para os estudantes,e muito menos apoiar nosso trabalho como ele o faz. Os computadores chegaram à Direção e foi ele com sua equipe quem decidiu realizar essa cedência de equipamentos;
Em quarto lugar, pelo permanente apoio dos Departamentos do IA e dos técnicos e funcionários; foi assim que o DEMUS nos doou o ar condicionado, que a Secretaria semrpe está disposta a nos apoiar, que os técnicos sempre estão colocando em suas prioridades nossas reivindicações;
Em quinto lugar, pelo apoio permanente do DCE nas nossas atividades, colocando no seio da UFRGS as nossas problemáticas e reivindicações.
E mais do que nada, pela obstinada participação de um grupo de pessoas, que desde 2005 até a data vem se renovando mas que em definitiva tem mantida a chama do CATC acessa, e é o "pessoal" do CATC. SAbemos que nem sempre conseguimos todo o que gostaríamos, sabemos que nem sempre é possível realizar tudo o que planejamos, mas fundamentalmente sabemos que é com a participação voluntária que se constrói esse tipo de vitórias como as que celebramos hoje.
Há mais para celebrar: os elevadores do IA, a reforma das salas no 6º andar, o restauro das esculturas na recepção do IA, o futuro restauro da obra do Locatelli e quem sabe a construção do novo prédio.
Mas essa celebração só será melhor se cada um de vocês se somar ao CATC, fazendo com que a maior conquista seja a da continuidade da participação dos estudantes.
A gente espera vocês hoje lá no 8 andar!!!
CATC
Ramon Alejandro Velazco
Pichadores vandalizam escola para discutir conceito de arte
Matéria de Laura Capriglione, originalmente publicada na Folha de São Paulo, no dia 13 de junho de 2008
Colegas classificaram ação como terrorismo; coordenadora do curso de Artes Visuais chamou de "ato de vandalismo"
Aluno da Belas Artes convocou grupo para realizar prova de conclusão de curso
Cada um dos 37 alunos do último ano do curso de Artes Visuais do Centro Universitário de Belas Artes tinha de apresentar uma obra para garantir sua formatura. Três espaços foram reservados para a exposição dos trabalhos. Trinta e seis alunos preencheram esses espaços com sua produção. Um -Rafael Augustaitiz, 24-, não.
Pichador desde os 13 anos, Rafael resolveu apresentar um trabalho diferente. "Uma intervenção para discutir os limites da arte e o próprio conceito de arte", explicou.
Nos últimos dias, os locais de reunião de pichadores no centro da cidade tornaram-se focos de recrutamento de jovens para "a ação", como se chamou. Às 21h de anteontem, horário de intervalo das aulas, 40 deles, idades entre 15 e 25 anos, compareceram ao "ponto", na estação Vila Mariana do metrô (zona sul).
"Estamos todos muito ansiosos", disse um morador do Ipiranga, que assina suas pichações com o desenho de um monociclo. A maioria dos rapazes nunca pôs os pés em uma faculdade; sua estréia no ensino superior seria justamente em um trabalho de conclusão de curso.
Em cinco minutos andando a pé, o grupo alcançou a escola. Muitos vestiram máscaras improvisadas com camisetas ou daquelas usadas para pintura com compressor. Logo, as latas de spray foram sacadas de dentro dos moletons folgados.
Leia a íntegra da matéria e publique o seu comentário no Como atiçar a brasa
Desde quando faxina é cultura?
Diretor critica projetos anunciados na semana passada pela Sedac
A secretária de Estado da Cultura - e, por tabela, a governadora também - precisam saber que "a intenção de usar a Cultura para promover a inclusão social" é picaretagem, demagogia ou, para ser um pouquinho mais erudito, uma falácia. Se elas pensam que comovem a sociedade - olha como elas são boazinhas, como estão preocupadas com os pobrezinhos!... - devem logo logo tomar consciência de que a sociedade, pelo menos a parcela da sociedade minimamente culta, abomina essa maquiagem com a qual o Governo do Estado conspira contra uma verdadeira política cultural. É claro, cultura é um termo genérico demais, sob o qual cabe desde o Porto Alegre em Cena ou o Museu Iberê Camargo, até "as ações sociais junto às áreas de educação, segurança e saúde". E isto é cultura? - pergunto eu. Porque os governos têm sido incompetentes e a sociedade refratária à miséria que vai tomando conta das sinaleiras de Porto Alegre, agora a secretária da Cultura tem que brincar de fada madrinha e promover a troca de "armas de brinquedo" por livros? Que livros, minha senhora? E as armas verdadeiras, o que fazemos com elas? Continuarão sendo usadas em assaltos? Inclusive a livrarias? E o que dizer sobre o projeto Hip-hop e Funk? Uma mostra competitiva de grupos com Oficinas de rap e grafite. Gente, nem no pior dos governos populistas se promoveu esse tipo de coisa.
Tem ainda a limpeza dos monumentos históricos e prédios tombados. Um dia no semestre. Em agosto. E desde quando faxina é cultura? E os projetos para a dança, para as artes plásticas, para o teatro, para a música, para a memória cultural, para o cinema, para a literatura? - ah, não, a literatura está contemplada no projeto das tais bancas montáveis em praças de cidades para incentivar a leitura. E sob essa intenção caridosa esconde-se toda a promiscuidade de uma política que não passa de esmola, se é que chega a tanto.
Quando o governador Rigotto tomou posse, publiquei na revista Aplauso uma carta em que dizia: "Se a um governo responsável cumpre, por um lado, reconhecer, incentivar e cultivar as manifestações culturais do povo, por outro, deve necessariamente valorizar seus artistas e intelectuais, porque é através de suas obras que a cultura faz algum sentido para a sociedade. O desenrolar da história serve sempre de modelo. Assim, não será demais recordar o papel da democracia na consolidação da tragédia grega, o da igreja na renovação da cena medieval, o do mecenato na transformação da arquitetura teatral renascentista, para ficarmos com alguns exemplos tirados ao acaso da história do teatro. Eurípedes, Shakespeare, Molière, Ibsen, Beckett e O´Neill, para citar apenas alguns dos grandes, resultaram de políticas culturais definidas, não necessariamente ideais, mas de qualquer modo definidas, que reconheciam no artista um elo de ligação fundamental entre governo e povo, entre sociedade e cultura".
Senhora, secretária: falácia, segundo o Aurélio, quer dizer "qualidade ou caráter de falaz". Falaz, por sua vez, quer dizer, "1. enganador, ardiloso, fraudulento; 2. vão, quimérico, ilusório, enganoso. No texto do verbete, o exemplo usado é de Euclides da Cunha, e diz: "Será o eterno tatear entre miragens de um processo falaz e duvidoso". Exatamente como é hoje o projeto de política cultural do Estado.
*Ator, diretor, professor, poeta e coordenador de Artes Cênicas da Secretaria Municipal de Cultura de POA
LUIZ PAULO VASCONCELLOS
NOVO PRÉDIO DO IA
Salve colegas!!!
Nos espaços virtuais os debates sobre o futuro do IA começam a pipocar, agora o que precisamos é que nos outros espaços (plenárias, assembléias, reuniões) todo mundo se integre para poder fazer força!!!!
O tema do prédio do IA tem sido uma constante para o CATC, e o colocamos na mesa de debates desde 2005, quando assumimos o mesmo. Na época, o principal problema apontado por professores, pelo DAV e pela Direção sempre foi o mesmo: a falta de um espaço adequado para a ampliação do curso, e para a adequação a todas as necessidades.
Nesse mesmo ano, em dezembro o Reitor inaugurou um "pórtico" no Biociências. Após seu discurso, alguns professores tentaram falar com ele, e se evadiu dos mesmos. Não aceitamos isso e o rodeamos com um grupo de estudantes, ao ponto de que a segurança se propôs a nos retirar. O inquirimos (em bando) sobre o IA, sobre nossas necessidades, sobre nossa falta de espaço e nossa firme vontade de ir para esse prédio, ao que respondeu que faltava uma afirmação da comunidade do IA de que queríamos esse prédio, e como o ocuparíamos. Enviamos correspondência, e nunca recebemos resposta.
Foi dito para nós pelo reitor e para o IA que deveriam fazer um projeto de ocupação do prédio, que foi realizado durante as férias de 2006 por um grupo de professores, e enviado em tempo. O IA nunca recebeu uma resposta.
Iniciamos em março de 2006 fazendo uma atividade juntando as três artes no Biociências, música, teatro e exposições, e sentimos quanto poderíamos fazer naquele espaço, tão amplo e tão nossa cara...
Participamos do Congresso de Estudantes da UFGRS, em julho de 2006, e foi incluído no documento final do Congresso, encaminhado ao CONSUN e ao Reitor, nosso pedido de transferência para o biociências. Não recebemos resposta, mas no Jornal da UFRGS de agosto desse ano, foi afirmado que esse prédio seria a futura sede do IA.
Em setembro de 2006 ocupamos uma reunião do CONSUN, junto com os colegas do DCE, com uma pauta na qual estava incluída nossa proposta de ir para o Biociências; nessa reunião, frente todo o CONSUN e os mais de 300 estudantes que ocupávamos o espaço, o Reitor afirmou que "já estava realizando os encaminhamentos para essa transferência". Mas o IA, oficialmente, não recebeu nenhum documento sobre esses encaminhamentos...
Lançamos em agosto de 2006 o projeto "IA na Rua", para sensibilizar o resto da comunidade acadêmica sobre nossa situação. Fizemos uma aula de anatomia ao ar livre no campus central da UFRGS, distribuímos panfletos e adesivos, já juntando os 100 anos do IA a necessidade de um novo prédio. Organizamos a exposição "Assim não dá".
Em 2007, participamos de várias mobilizações convocadas pelo DCE e sempre colocamos na pauta nossa proposta: novo prédio para o IA. Fomos capa de jornal com nossas faixas, reivindicando o novo prédio.
Organizamos junto com a Direção do IA o lançamento da campanha dos 100 Anos do IA, no dia 23 de abril, onde colocamos para a imprensa e frente ao IA, nossa principal reivindicação: novo prédio para o IA. O reitor nada afirmou publicamente, apesar de ter acenado com "melhorias para as condições de estudo" nesse dia.
No lançamento da Comissão de Honra dos 100 anos do IA, o assunto foi tocado de leve, mas foi o Prefeito Fogaça que levantou a questão: perguntou ao Diretor se o elevador continuava o mesmo, aquele para o qual o Kledir Ramil tinha dedicado em 1975 a música "Elevador"... e continua o mesmo elevador!!!!
No dia cinco de julho convocamos junto com o DCE e o Conselho das Entidades de Base (a maioria dos centros acadêmicos da UFRGS) a um ato frente a reitoria para receber respostas concretas, junto a outros cursos que também esperam respostas concretas. E a decisão da maioria foi a de ocupar a reitoria para que o Reitor desse essas respostas.
E a pressão funcionou:
- na terça-feira mesmo, o chefe de gabinete do Reitor afirmou, na primeira reunião de negociações, que o projeto para a transferência do IA já estava pronto, estavam captando recursos, e custaria dez milhões de reais(!?!);
- na quarta-feira, na Zero Hora, o Reitor afirmou que "...vários pedidos dos estudantes já estão a caminho de serem atendidos, como a transferência do Instituto de Artes para um novo prédio..." Num box no qual o jornal colocou que nossa reivindicação era "...Os alunos querem a transferência do Instituto de Artes para um novo prédio porque o atual está deteriorado...", e o jornal afirmou que a resposta da reitoria era: "...O reitor diz que o Instituto de Artes será transferido para o antigo prédio da Medicina, assim que os alunos da Escola de Saúde saiam dali para o campus do Vale..."
- e na reunião final de negociações, o Reitor entregou um documento que, textualmente dizia:
"...Em resposta ao manifesto dos estudantes da UFGRS recebido nesta data, a Administração Central da Universidade expressa o seguinte posicionamento sobre os pontos reivindicados, estabelecidos após reunião com comissão de representantes discentes:
- efetivação de medidas com vistas a transferência gradativa do Instituto de Ciências Básicas da Saúde para o Campus Saúde, o que possibilitará a transferência, também gradativa, do Instituto de Artes para seu novo prédio (Antigo Prédio da Faculdade de Medicina) Concomitantemente, está programada a realização de obras emergenciais no prédio do Instituto de Artes, tais como reforma do Elevador e do Teatro Tasso Corrêa, bem como a recuperação do prédio do Departamento de Artes Dramáticas-...;
Porto Alegre, 06 de junho de 2007
JOSÉ CARLOS FERRAZ HENEMANN
Essa foi a primeira vez que Reitor afirmou na Imprensa e num documento escrito e assinado por ele mesmo, que o Biociências será a futura sede do IA. Pode parecer pouco, mas não é: é a primeira resposta formal, assinada pelo Reitor. E cremos que não seria tão temerário de assinar uma coisa que não pretende cumprir....Além disso afirma também por escrito que, até que enfim, a lenda do elevador do IA terá um fim: o mesmo será reformado, bem como o Auditório e o prédio do DAD.
Não contentes com isso, e tomamos como exemplo os colegas da ESEF, que após ter recebido a promessa da construção do seu RU, ficaram um ano em campanha constante: o que eles conseguiram foi com negociações,cartazes, camisetas, faixas, adesivos. Foram incansáveis, e se somaram a grande maioria dos estudantes. Fizemos a mesma coisa, e continuamos batendo dia após dia sobre a mesma tecla.
Tanto o fizemos, que em dezembro de 2007 a RBS filmou sobre as condições do IA, numa matéria que foi assessorada pelo CATC, e a apresentou no JÁ, o que ocasionou várias "acelerações" de processos, dos quais estamos ainda vendo resultados(salas interditadas, reformas, etc) e a lenda do elevador, do qual recebemos a informação de que até agosto deste ano será instalado.
No mesmo mês, novamente no Jornal da UFRGS, saiu uma matéria sobre o restauro do prédio, e volta a se afirmar ali que esse prédio abrigará o IA
Paralelamente, foi levantada uma proposta: já que a transferência para o Biociências não seria viável (pois não haveria vontade política de realizar essa transferência), quem sabe a saída não seria montar um projeto para outro espaço, um novo prédio, desta vez no campus da ESEF. Consultamos a comunidade estudantil, e a resposta foi de que se essa era a única alternativa, então tudo bem, mas.... sempre seria melhor ficar no campus central!!!
O assunto voltou a ser retomado na discussão sobre o REUNI, projeto que ano passado o Governo Federal fez as universidades federais "engolir"; com um prazo exíguo de debates. No mesmo, o governo federal condicionou qualquer tipo de repasse de verbas as universidades à adesão a esse projeto. Esse projeto afirma que somente se repassarão verbas aos cursos que: a)ampliarem suas vagas para atingir uma média de um professor para cada 17 alunos; b)modificarem seu currículo; c)criarem cursos noturnos.
Como o nosso curso já atingiu esses números e já modificou seu currículo, a proposta aprovada na plenária(e depois discutida "calorosamente" no DAV) foi a de que nossa participação se daria através da criação de um curso noturno, que somente se iniciaria a partir da construção de um novo prédio, que seria na ESEF.
Mesmo assim, nós não deixamos de insistir no prédio do Biociências para o IA, mais do que nada porque é a única resposta assinada e escrita do reitor...
Agora, quando se aproxima a data do Aniversário do IA, e na qual é o momento da reitoria anunciar alguma coisa, desceu uma "ordem" não escrita(para variar!) para que o IA se posicione se quer ou não o prédio no campus da ESEF. Foi chamada uma reunião do Conselho da Unidade para discutir esse "projeto".
No debate, nossos representantes, Sarah e Cajú, colocaram que o tema estava sem embasamento, que não poderíamos definir nada sem um projeto real, que determinasse que tipo de prédio, tamanho, etc, bem como quanto custaria, de onde sairia a verba, em que prazo se construiria o mesmo. Fomos apoiados pelo Departamento de Música e pelo Departamento de Arte Cênica, já que o DAV já queria votar na hora, apoiando a proposta. Como para nada disso havia resposta, a Direção do IA ficou de entregar uma proposta por escrito para todos os participantes do Conselho, e a partir disso se realizariam assembléias específicas sobre o assunto.
Nossos representantes no Conselho da Unidade deixaram claramente estabelecido que este era um tema muito sério, e que qualquer afirmação não poderia ser apenas "um confete" para os discursos dos 100 anos do IA... Pensamos que para a Reitoria é muito cômodo que a gente abra mão do ICBS e aposte num projeto completamente aéreo, para quem sabe, descerrar no dia 22 de abril uma "pedra inaugural" de um projeto que levará décadas em se concretizar... Se o elevador, que custa uns R$ 200.000,00, já é uma lenda com mais de 40 anos, quantos anos terá que esperar um prédio de vários milhões de reais?...
Então, neste momento o que aguardamos é o retorno da Direção do IA para convocar uma assembléia geral e tomar um posicionamento oficial sobre o prédio.
Vamos nos manter em contato para que o "NOVO PRÉDIO DO IA" não seja mais uma promessa de ano eleitoral!!!!.
AlejandroUm pouco antes das férias acabarem...recomeçamos a organizar as idéias.
O NAE não deixou de elaborar projetos e se programar.
A quem interesse e deseje participar: para bixos e veteranos!
http://nucleo-arte-edu.blogspot.com/
Núcleo de Arte Educação/Estudo e Ação
Bambas da Orgia
Duração: 03:53
Autor: RBS TV RS
Publicado em: 28/01/08
Categoria: Jornal do Almoço
Confira os preparativos da escola de samba para o Carnaval 2008 (28/1)
Durante uma hora, o público da rede de tevé com maior cobertura no Estado, filial da maior do Brasil, contará a cantará a nossa história. Ouviremos os comentários, saberemos o que as pessoas sabem, e poderemos fazer uma grande ação de difusão e de ensino não formal sobre a importância de nosso IA. Se a gente quiser contratar uma hora de tevé, na RBS, mesmo de madrugada, o orçamento do IA de um ano(R$ 8.000,00x12) não seria suficiente...
Com esta nossa participação, iniciamos as celebrações dos cem anos, e mais uma vez, a responsabilidade maior cabe a nós, os estudantes, bem como ao reduzido grupo de professores que está presente nestas atividades...
Durante muitos dias fomos "peões" de barracão, participamos de inúmeras reuniões, contribuimos com milhares de idéias e propostas.O resultado já está presente no barracão: as nossas pinturas estão lá, presentes em todos os carros alegóricos.
Agora estamos fechando nossas alas, e precisamos AJUDA URGENTE!!!! Ainda tem muita coisa para fazer: colar, cortar, pintar...está todo o material no IA, venham nos ajudar!!!!
Estaremos trabalhando no IA desde as 9 da manhã até as 20h, no 7º andar!!!
E amanhã às 20h realizaremos uma reunião obrigatória para todos, para passar as dicas do desfile, marcar nossas atividades e combinar horários, além de experimentar as fantasias.
Quem poder ir chegando antes(19h) venha e experimente sua fantasia, no CATC, com Letícia!!!
Pessoal: agora é a hora de mostrar a nossa capacidade de que o nosso "barracão", no 7º e 8º andar, é a casa de todos.
Ainda temos vagas numa ala, com fantasias ideais para tímidos (é bem coberta!!!)
Aguardamos vocês!!!
Um abraço
Alejandro
Tabela de Equivalências - mudança de currículo
| Curso antigo Liberadora | Curso novo Liberadas |
| Fundamentos do Desenho | Fundamentos da Linguagem Visual I e II e Sistemas de Representação I |
| Introdução: Cerâmica | Oficina de Criação Tridimensional I |
| Introdução: Escultura | Oficina de Criação Tridimensional II |
| Introdução: Pintura | Atelier de Percepção e Criação I |
| Introdução: Gravura | Atelier de Percepção e Criação II |
| Introdução à Arte | Fundamentos da Arte |
| Fotografia I | Sistemas de Representação II |
| Criativo I | Atelier de Desenho I |
| Criativo II e III | Atelier de Desenho II |
| História da Arte no Brasil I | Seminário de Arte no Brasil |
| Introdução à Museologia | Museologia da Arte |
| Pintura Avançada I | Atelier de Pintura I |
| Pintura Avançada II | Atelier de Pintura II |
| Escultura I | Atelier de Escultura I |
| Escultura II | Atelier de Escultura II |
| Processo Cerâmico | Atelier de Cerâmica I |
| Criação Cerâmica | Atelier de Cerâmica II |
| Laboratório de Criação de Texto I ou II ou III | Laboratório de Texto |
| Infografia I ou II | Laboratório de Imagem Digital |
| Fotografia II e III | Laboratório de fotografia I |
| Metodologia da Pesquisa em Arte | Fundamentos da Pesquisa em Arte |
| Serigrafia I ou Xilogravura I ou Gravura em Metal I | Atelier de Gravura I |
| Serigrafia II ou Xilogravura II ou Gravura em Metal II | Atelier de Gravura II |
Devido ao horário de algumas disciplinas limitar-se aos
períodos da manhã ou da tarde, muitos colegas acabam
atrasando o curso porque trabalham todos os dias e nem
sempre conseguem liberação da empresa para estudar.
Segue aqui uma lista parcial de alunos interessados
em turmas à noite
Xilogravura I
=============
1) Adreson
2) Airton Jordani
3) Carlos Augusto Maahs
4) Jéssica Couto
5) Liane Strapazzon
6) Marco Antonio Bandeira da Silva
7) Míria Santanna dos Santos
Teoria e Crítica
================
1) Adreson Vita Sá
2) Airton Jordani
3) Jéssica Couto
4) Gabriela (Gaby Benedict)
Enviar solicitação para:
Professora Maristela Salvatori
o Curso de Atualização DesignDesenho,
coordenado pelos designers Lígia Medeiros (form. Esdi
1982) e Luiz Vidal Gomes (form.UFPE 1980).
O curso, destinado a profissionais e estudantes de áreas relacionadas
à criatividade e projeto, pretende potencializar a capacidade criativa
e intelectual do participante para uma atuação projetual autônoma,
planejada e orientada.
As aulas serão ministradas em turmas pequenas, visando adequar o
conteúdo e o ritmo às necessidades dos alunos.
A taxa de inscrição é R$ 300,00.
A duração total das aulas teóricas e práticas será de 16 horas, e elas
ocorrerão das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
O workshop acontecerá na SCHDS Editora, que fica na Rua Silva Jardim,
próximo às ruas 24 de Outubro e Plínio Brasil Milano, (Auxiliadora),
Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Mais informações pelos e-mail schdseditora@
Data: de 11 a 15 de DEZEMBRO de 2007 (TERÇA a SÁBADO)
Horários: o curso será oferecido em 2 horários, pela manhã e à noite, escolher uma das opções.
Manhã: TERÇA a SEXTA das 09 às 12:00h, SÁBADO das 14h às 18h
Noite: TERÇA a SEXTA das 18:30 às 21:30h, SÁBADO das 14h às 18h
Público alvo: pessoas com ou sem conhecimento em fotografia que queiram se iniciar na fotografia digital, explorando seus recursos para obter melhores resultados nas fotos de uso pessoal ou em seu cotidiano profissional.
Súmula: Curso básico de fotografia digital voltado para público em geral enfocando conceitos básicos de fotografia como luz e sombra, sensibilidade, abertura e velocidade, focalização, distância focal, controles da câmera, uso do flash, acessórios. Formatos de arquivo, tamanho de imagem, o que é megapixel, resolução, formatos e usos. Impressão doméstica e impressão em laboratório, internet. Organização arquivos e preservação.
Pré-requisitos: é desejável que os participantes tenham câmera digital para melhor aproveitamento, embora possam deixar para comprar após adquirir alguns conhecimentos. É desejável conhecimento básico de informática.
- Carga horária: 15 horas
- Investimento: R$100,00
- Ministrante: Sérgio Sakakibara (japa) Contato: jap@foto.art.br
- Informações: www.foto.art.br/digital
- Informações e Inscrições: Balcão de Informações CCMQ 3221-7147 das 9 às 15h
- R. dos Andradas 736 - 3221-7147
